sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Deus é bom!!

Lembra o post do dia 20/11 onde expus 3 desejos do meu coração?

Bem, não poderia deixar passar o fato de Deus ter me agraciado e realizado os desejos do meu coração.

Como recomendou o bp. Robert Lambeth, preciso dizer o quanto Deus tem sido bom para a Daphnne!!

Obrigada papai, mamãe e irmã Nathalia por serem instrumentos de Deus para me abençoar. 

sábado, 22 de dezembro de 2012

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

A importância de ser "o patinho feio"

Aprecio a habilidade de quem consegue fazer observações análogas em circunstancias improváveis...
Em minha ultima viagem à Barueri ouvi pela primeira vez o pr. Luciano da IAB – Mauá. Ele teve uma oportunidade para uma saudação e durante os poucos minutos seguidos, discorreu sobre “A importância de ser o patinho feio”.
Acredito que foi a primeira vez em 30 anos que ouvi um pastor utilizando esta história infantil para fazer uma analogia e, tão apropriada.
Interessante como muitas vezes somos vistos como o patinho feio. Nosso “grasnar” não é como o dos outros, nosso andar não é o mesmo, nossa aparência é toda diferente. Basta olhar para nós para perceber.
Porém, num dado momento da história, o patinho feio encontra outros “patinhos” como ele, diferentes que não o desprezam. Ele é bem recebido no meio dos outros, com uma beleza singular descobre-se um belo cisne.
O pr. fez ainda referencia a Moises, um hebreu no meio de egípcios. Um “patinho feio” no Egito. O encontro com sua identidade se deu quando ele viu um hebreu sendo ferido por um egípcio, viu as cargas a que foram submetidos seus irmãos e as filhas de Midiã sendo afrontadas próximas aos bebedouros. Ele reconheceu aqueles hebreus como sendo seus irmãos. Viu neles a aparência que tinham, o “grasnar” diferente, o andar, a identidade...
Que diferença fez um Moisés naquele tempo!
No momento certo ele assumiu sua identidade revelada. Juntou-se a seus irmãos. Lutou por eles e venceu como um líder eficaz. Seu “grasnar” era como de um gago, mas sua mensagem foi ouvida. Foi determinado. Calmo (como ele conseguiu?). Paciente e zeloso. Capacitado por Deus. Foi de patinho feio a um belo cisne.
Cada um de nos temos personalidades diferentes que nos distingue de outros; hábitos, interesses, complexos, sentimentos e aspirações que são exclusivos. Muitas vezes nossa personalidade pode nos deixar próximos de sermos os “patinhos feios” do nosso meio. Porém, com o tempo descobrimos nossa beleza... Deixamos de sermos “feios” quando vivemos de maneira verdadeira, quando assumimos nossa identidade e não precisamos forçar uma aparência que não nos é própria e quando temos conhecimento de quem somos e o que queremos.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Floripa...

Recentemente postei novamente uma reflexão com o título: Desejei ver o mar...
Bem -  meu desejo se realizou!
Minha irmã e cunhado queriam comemorar seus 16 anos de casamento em família com uns dias de férias em Florianópolis e estenderam o convite para mim.
Agradeço muito, foi mesmo muito agradável estes dias em Floripa.
Peço a Deus que os abençoe ricamente. Que continuem sendo felizes e comprometidos no amor, companheirismo, fidelidade e fé. Que a família que constituíram seja sempre vitoriosa em Cristo rompendo os desafios e conquistando muitas vitórias. Deus os recompense...
Obrigada Miriam, Gerson, John  e Nael!


Finalmente eu pude ficar "dentro da água" e por algum tempo vislumbrar a paisagem... admirar as águas se encontrando com o céu no horizonte, ver as ondas vindo de encontro com a areia da praia e retornando para o mar reconhecendo seu limite.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Coisas simples

"Todas as grandes coisas são simples, e muitas podem ser expressas com uma única palavra: liberdade, justiça, honra, dever, misericórdia, esperança" e "falando de forma ampla, as palavras mais curtas são as melhores, e as antigas, as melhores de todas." Winston Churchill

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Outdoor

Há no trecho Uberlândia MG x Catalão GO na BR-050 em que a tensão da viagem dá passagem à surpresa. Numa das curvas a estrada se fecha e revela um outdoor muito bem posicionado. Por um momento é tudo que se pode enxergar. Imagino que a pessoa que o posicionou conhecia muito bem aquele trecho e tirou proveito com o marketing barato, porém de alto impacto. Esta imagem me veio à mente nesta semana...
Assim como aquela estrada a vida é cheia de curvas, ora sinuosas ora simples. Quando se está transitando por ela não se tem a visão do que vem pela frente. Pode vir seguida de uma reta ou obstruções, pontes, ou apenas o destino que se pretende alcançar...
Todas as vezes que passei por aquele trecho minha mente viajou e apesar de estar a km(s) de distância me lembrei dele durante a semana...
Fico imaginando se toda curva da vida revelasse outdoors como aquele descrito acima e neles orientações para continuar a jornada...
Seria mais fácil? Seria mais prazeroso? Ou será que por reduzir as surpresas diminuiria também a beleza da vida?

apenas pensamentos...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

a 10 dias...

a 10 dias de completar seus 105, morre Oscar Niemeyer...

Grande profissional... Encerra hoje sua história na arquitetura...

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Clicks

Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, [...] Romanos 1:20




segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Qual a resposta válida?

Sábado de manhã, aula de Design Emocional. Lá estava o jovem professor colocando diante de nós aquela pergunta difícil: Se sua casa estivesse a pouquíssimos minutos de desabar e você só tivesse tempo para pegar um objeto – o que você “salvaria”?
Já me vi tentando responder esta pergunta inúmeras vezes e nunca havia chegado a uma conclusão. Meu raciocínio era sempre o mesmo. Se o que pode ser salvo é objeto, significa que minha família está a salvo. Desta forma o que eu teria mais trabalho para adquirir e teria que fazê-lo imediatamente seria documentação. Portanto minha resposta era: meus documentos.
Porém, neste exercício, esta resposta não é válida. Então... Tentei mais uma vez encontrar uma resposta válida para esta pergunta. O que eu levaria?
Enquanto ouvia com atenção meus colegas da pós respondendo a questão eu me lembrei da minha pasta de CD’s. Na verdade não é Aquela pasta, nem uma coleção espetacular. Mas achei que gostaria de “salvar” os CD’s. Ao responder a primeira pergunta, surgiu a segunda pergunta: Por que a música é tão importante em sua vida?
Respondi conforme a moral evidente do exercício. A música é uma das coisas que mais estimula minhas emoções. Você “salva” aquilo que mais está ligado às suas emoções e não necessariamente o que é de maior valor monetário. O valor atribuído ao objeto é o que conta nesse momento e muito provavelmente você fará apropriação daquele que instiga maiores emoções.
Respondi lembrando um trecho que li no Dicionário Bíblico Universal que diz:  “a música tem o poder de afastar a nossa alma das influências exteriores e nos preparar para visões interiores”. A música tem o poder de fazer ecoar na mente palavras que fora de um ritmo ou melodia não são muito fáceis de guardar. Tem o poder de trazer à mente lembranças que instigam ações importantes. Tem o poder de nos conectar com Deus.
Depois de responder pensei em outras coisas que “salvaria”. Alguns livros. Seria difícil escolher um, mas certamente algum deles seria “resgatado”.
Livros e CD’s...
Foi então que me dei conta de que numa disciplina anterior (Técnicas de Estímulo à Criatividade) quando realizamos alguns testes para reconhecer nosso potencial criativo o resultado apontou duas áreas de inteligências múltiplas que sou proficiente. Lingüística e Música. Interessante. Há uma base muito bem firmada entre minhas emoções e inteligências múltiplas. Assim como há (também de acordo com os testes) uma evidência de uso equilibrado dos hemisférios cerebrais. Direito (Intuitivo/Emocional) e esquerdo (Lógico/racional).
Alguns exercícios, perguntas, desafios dão a sensação de querer apenas provar nossa paciência. Muitas vezes nos recusamos a aceitá-los com boas vindas. Porém, quando nos propomos a fazê-los ou enfrentá-los, encontramos uma porta aberta para o conhecimento.
É interessante como eles servem para elevar-nos.
Hoje é uma segunda-feira. Dia que atribuímos o inicio de uma semana desafiadora, de muito trabalho, de muitas questões para resolver. No entanto pode ser o dia que nos conduzirá ao conhecimento e amadurecimento... Como vamos encará-la? Qual a resposta válida?

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Memoriais

Num dia destes fiquei por um tempo olhando imagens do Memorial do 11 de Setembro erguido em Nova York onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center derrubadas após o choque com aviões pilotados por terroristas. O monumento que lembra as vítimas dos atentados é uma obra linda composta por dois espelhos d’água com fluxo contínuo, cercados por muitas árvores. Os nomes das quase 3.000 vítimas foram escritos em bronze nas bordas das piscinas. Ao olhar para as imagens do memorial percebi como a queda de água e os formatos das piscinas dão a sensação de queda constante, a tradução exata do que o memorial pretende; marcar a constante ausência no ambiente.
Como já escrevi em outra ocasião, não é necessário ser norte americano para lembrar-se do dia 11/09/2001 com peso no coração. A mídia mostrou para o mundo detalhes do atentado. A destruição, o assombro, a dor, o medo e as incertezas foram vistos por milhares.
Certamente se um dia eu for à Nova York vou desejar visitar o marco zero. Vou olhar e ler os nomes impressos no bronze. Vou sentir o peso e a sensação que a queda da água provoca ouvindo o barulho. Vou ver pessoas chorando. Vou ver a saudade e a dor estampada no olhar das pessoas. Vou “ouvir o silêncio”...
Porém, eu jamais sentirei o mesmo que um sobrevivente daquele atentado. Eu jamais sentirei a dor de alguém que perdeu um amigo, um familiar, um grande amor, um mestre...
O meu olhar nunca será igual ao de uma pessoa que tem uma história naquele lugar. Por mais que eu me emocione, por mais que eu perceba todo o significado daquele memorial.
Porque só alguém que tem uma história pode compreender suas memórias.
Por isso é que muitas vezes você pode se emocionar com as histórias dos outros, pode respeitar a fé dos outros e até mesmo dar o seu ombro amigo e dali a pouco dar as costas e voltar para sua realidade. Como faz um mero turista no marco zero em Nova York.
As memórias são para serem preservadas e tirar delas o aprendizado para seguir avante. Elas nos fazem lembrar que sempre haverá uma canção, um lugar, uma paixão, um erro e um aprendizado. Sempre!
Sempre haverá um sorriso, uma comida especial, uma carta, uma caneta e um papel em branco esperando por uma nova história. Como dizem por aí... Não importa como você começou, importa como você escreverá a história daqui para frente.
Use suas memórias para dar um salto na vida!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Declaração de amor



Papai e mamãe eu quero utilizar esse blog hoje para dizer a todo mundo o quanto amo vocês. Estar longe me faz ampliar o campo de visão e enxergar o quanto especial vocês são para mim.
Como sabem, tem duas palavras que acho muito difíceis de serem pronunciadas com toda a verdade que lhe são inerentes: Perdão e amo.
Mas quero hoje aproveitar para juntá-las numa mesma oração: Perdão por todas as vezes que deixei de dizer o quanto amo vocês!
Sei que me despedi ontem à noite dizendo isso, mas acordei tendo tanta certeza de que vocês são os melhores pais do mundo que precisava publicar!
Obrigada por existirem e me dar a chance de ser quem eu sou. Amo vocês!
Daphnne

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Acelera!

Ontem o Brasil sediou mais uma vez o GP de F1 (Grande Prêmio de Fórmula 1). Devido a chuvas o número de paradas foi elevado e a prova imprevisível. Finalmente o Brasil teve lugar no pódio mais uma vez com o piloto Massa. Resultado ainda melhor ficou com o piloto alemão Sebastian Vettel, depois de enfrentar problemas e ter que fazer uma prova de recuperação, tornou-se o mais jovem tricampeão da fórmula 1.
Não sou expert neste assunto, porém admiro essa modalidade do esporte. A velocidade, o ronco dos motores, a habilidade dos pilotos e a maravilhosa condição técnica e agilidade dos mecânicos que trabalham nos boxs são de tirar o fôlego. 
É interessante como observar situações análogas pode nos impulsionar a enxergar soluções de contexto mais amplo.
Numa das aulas da pós-graduação em Gestão da Criatividade e Inovação tive contato com uma história emocionante sobre o Design e a fantástica fonte de insights dos profissionais desta área do conhecimento.  Trata-se de como um membro da equipe do IHI (Institute for Healthcare Improvement) tirou de suas observações sobre o pit-stop nas 500 milhas de Indianápolis a solução para agilizar o atendimento em prontos-socorros de hospitais. Ele observou quando um carro de corrida soltando fumaça parou em um pit-stop onde uma equipe de profissionais treinados com equipamentos de última geração já estava de prontidão, avaliou a situação e realizou os reparos necessários em questão de segundos. Conforme descreve Tim Brown em seu livro Design Thinking, basta alterar algumas palavras e você terá a descrição exata do pronto-socorro de um hospital.
Situação semelhante a esta pôde ser presenciada ontem pelos espectadores do GP Brasil quando o piloto Sebastian Vettel  se envolveu numa batida com Bruno Senna e precisou fazer reparos no carro. Não foi apenas o talento que permitiu o piloto alcançar o título de tricampeão. O resultado deve-se muito ao desempenho da equipe de mecânicos sua capacidade de avaliação, precisão, agilidade e aos equipamentos de última geração em prontidão.
Às vezes nos detemos tanto na observação dos nossos problemas e fechamos tanto o foco neles que perdemos a oportunidade de ampliar a nossa visão. Existem tantas situações acontecendo ao nosso redor que podem nos fazer enxergar a solução.
É preciso levantar a cabeça, ajustar o foco, reabastecer a fé e voltar para a pista e acelerar rumo à vitória!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

All the way... Não me canso de ouvir

All The Way - Ron Kenoly

The day I chose to give my life to You
Is the day that everything began to change
The problems that I faced
Were getting stronger
I thought when I got saved
My problems would go away
But the change I made
Began to really take a toll on me
And when I told my friends about You Lord
The laughed hysterically
But no matter what they say
Or what they choose to think of me
I'm gonna stay here strong
For You my Lord
No matter what the cost may be

I'm gonna serve You
Because I love You
I'm going with You
All the way
When friends forsake me
I won't let it break me
I'm going with You
All the way
All the way

Now the problems that I face are getting smaller
Because my faith in You
Is getting oh so strong
The peace and love from You
It keeps me standing
Through anything I go through
I know that I can't lose
'Cause the more I pray
The more I feel Your strength inside of me
And the more I seek Your face
I find You're all I really need
And this feeling that I feel
I've never felt since I've been free
I'm gonna stand here strong
For You my Lord
No matter what the cost may be

Uma vez mais...

Ontem desejei morar no litoral.
Ah... Seria bom andar pela clara areia da praia e sentir
as ondas do mar batendo nos pés...
Eu desejei ficar dentro da água e por algum tempo vislumbrar a
paisagem.
Ah... Seria bom admirar as águas se encontrando com o céu
no horizonte.
Eu desejei ver as ondas vindo de encontro com a areia da praia e retornando para o mar reconhecendo seu limite.
Eu desejei, eu confesso... Seria bom!
Eu apenas desejei por um momento morar no litoral...
Meu coração seguiu inquieto diante das minhas limitações enquanto eu desejava brincar contra as ondas do mar debaixo dos raios do sol em um dia claro ou caminhar pelas areias da praia numa noite de luar.
Então enquanto pensava nessas maravilhas de Deus eu comecei a me abrir com o criador.
Confessei a ele que por muitas vezes tenho agido como as ondas do mar...
Por um momento eu avanço na fé e na esperança e parece que vou alcançar o que tenho desejado, mas em outros momentos como as ondas retornam para o mar minha fé e esperança pareceram recuar.
Conversei com Deus e confessei que em alguns momentos sinto ter com ele a intimidade das águas no encontro com o céu no horizonte, um caminho a perder de vista, mas que em alguns momentos não me sinto assim.
Porque tanta inconstância?
Mas se eu ao menos pudesse vislumbrar o mar...
Eu confirmaria o que Deus falou no silêncio do meu coração enquanto me confessava.
Todas as coisas estão sobre o seu domínio.
As ondas, o firmamento, o vento...
E todos eles compõem sua obra maravilhosa obedecendo aos seus limites.
Nada foge do seu controle ainda que eu não perceba, ele está regendo todas as coisas com sua graça e misericórdia; o vento, a maré, o sol e a lua.
Então como não moro no litoral, voltei para meu “mundo real” como se Deus tivesse soprado um vento vindo do mar pelo meu caminho.
O frescor da fé e esperança veio como uma brisa suave em minha vida e, eu vislumbrei as maravilhas de Deus mesmo não morando no litoral! 
(apenas relembrando...)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Desejos...

Um notebook novinho, compacto e potente... me ajudaria muito! 


Ai ai... chegou a hora... 2° TCC


Muita pesquisa, textos formais e muito trabalho pela frente!

(xi... esta postagem ficou com cara de facebook)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Identificação


Pouco antes de fazer minha primeira viagem de avião, li um comentário sobre a identificação de bagagem. A pessoa falava sobre a dificuldade de reconhecer as malas uma vez que há muita semelhança entre elas. Cores, tamanhos e modelos se misturam passando pela esteira, o que requer atenção e certa agilidade para retirá-las. Preocupação desnecessária na verdade. Porém naquele momento de ansiedade pelo novo, prestei atenção.
Algum tempo depois numa aula da pós-graduação, Competências das Imagens, falávamos do mesmo assunto e foi citada a linha de bagagem que leva a assinatura do artista Romero Britto. Todos concordaram que a identificação destas é muito mais fácil por conta das cores vivas e traços identificáveis a longa distância.
Neste fim de semana me lembrei deste assunto quando uma pessoa fez uma observação sobre minha mala. Ela é vermelha, tem meu nome em baixo, um lencinho estampado na alça e pequenos adesivos de estrelas na frente. Claro que uma Louis Vuitton dispensaria qualquer badulaque destes. Kkkk...
O importante nessa história toda é a identificação. Não importa o que se tem dentro da bagagem, na esteira o que conta é a aparência. É através da identificação que se pode evitar o extravio e suas implicações. O número de registro nela adesivado não é como a estampa do artista Romero Britto que se pode ver de longe, mas os apetrechos são facilitadores.
Cada um de nós tem aspectos que identifica quem somos; a que grupo pertencemos. Somos como bagagem na esteira da vida. Há muita semelhança na aparência, mas alguns detalhes fazem toda a diferença. Estes detalhes dão conta do que se é por dentro e não o contrário.
Pense nisso...

Sacudindo o pó...

Proverbi 19:21
"Molti sono i progetti dell'uomo, ma solo i piani del Signore si realizzano."

Giobbe 42:2
"Io sono che puoi tutto. Niente ti è impossibile."

Parola del Signore

Mauá / Barueri - SP



sábado, 17 de novembro de 2012

Sejam Felizes sempre!






É... parece que foi ontem. Na verdade foi, né? Josi e Digão... Estou muito feliz por vocês e por ter presenciado os bastidores desse relacionamento. Desejo à vocês as bênçãos de Deus que enriquece e não acrescenta dores. Felicidades sempre!
Obrigada por nos considerarem ao ponto de suportar um atraso de 1:30...
Obrigada Hugo por sua companhia, foi um prazer conhecê-lo.
Obrigada ao irmão Leo e família que nos recepcionaram na casa de vocês. Deus os recompense e prospere suas vidas.
Parabéns às famílias da Josi e do Digão a festa estava muito bonita e farta.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

De repente 30

Obrigada Jesus!


Obrigada a todos que estiveram comigo no dia 04/11 comemorando antecipadamente meu aniversário em Udi... Meus pais pela festinha, irmã Marli pelo bolo e tia Marta pela ajuda.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Fé, decisão e honra

Vale a pena, apesar de ser um texto maior...

Sempre apreciei histórias de guerra. Calma! Não por causa da guerra em si (mortes, sangue, perdas, destruição, dor e conflitos) nada disso. Tem um lado que me chama a atenção que é a determinação de homens, e porque não incluir mulheres, que se vestem de honra e dignidade, tomam para si uma causa e lutam por ela independendo o tamanho do desafio.
É admirável que exista sempre tais que assim o fazem ainda que a covardia e a frouxidão seja um mal presente em gerações. Durante anos escutei histórias e depois passei a ler sobre pessoas que fizeram a diferença em tempos de crise e percebi a presença de palavras como fé, determinação (decisão) e honra.
Estas palavras têm me acompanhado muito nos últimos anos e se tornaram para mim como chaves que abrem muitas portas. Também fecham. Traduzem ações dignas de serem mencionadas. Diferenciam o ordinário do extraordinário. Quebram barreiras. Desfazem preconceitos. Erguem bandeiras. Basta olhar para a história e seus heróis para ver que elas estiveram presentes em todo o tempo.
Acredito que eu e você precisamos em todo o tempo rever nossas porções de fé, determinação e honra para conseguir alcançar nossos objetivos na vida. É improvável se tornar um grande homem ou uma grande mulher sem doses diárias dessas virtudes.
Recentemente conheci a história de Carl Brashear. Um homem negro que derrubou a barreira do preconceito dentro da marinha americana tendo se alistado no ano de 1948. Ele esteve determinado a ultrapassar o posto maior que lhe era permitido, o de cozinheiro, para chegar ao posto de mergulhador- mestre. Ele tomou uma decisão: provar que sua qualificação não estava na cor de sua pele e que o preconceito nunca o impediria de alcançar seus objetivos. Aproveitou oportunidades e mostrou o seu desempenho. Brashear foi o primeiro negro a se formar pela U.S. Navy Diving & Salvage School, o primeiro mergulhador negro oficial da Marinha, e também o primeiro a ser reintegrado após ter uma perna amputada. Em 1970 ele Alcançou seu objetivo, se tornou o primeiro afro-americano mergulhador chefe da Marinha dos Estados Unido.
Dias difíceis não faltaram para Carl Brashear como não faltam para mim e para você. Porém, o que lhe permitiu concluir com êxito sua carreira foi fé, determinação (decisão) e honra. Os mesmos ingredientes que precisamos para vencer hoje.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Parabéns Pr. Jefferson

Aprovado na 2° fase do Exame Da Ordem dos Advogados do Brasil!
É isso aí Jeffão... Valeu todo esforço e investimento. Parabéns!
Parabéns também a você Raphael Estevão. Me alegro com a conquista de vocês.

Atualização no post "E foi muito bom"

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Um pouco mais

E foi muito bom!

Um fim de semana abençoado foi este que passou. De sexta-feira a domingo a AIDB-Uberlândia sediou o Congresso Nacional de Jovens e realizou no mesmo evento a comemoração de seus 33 anos.
Recebemos caravanas de igrejas de vários lugares e somos gratos pela participação de todos.
Obrigada ao Bispo Adan que veio de Curitiba para estar conosco e nos trazer uma palavra de poder, ao Bispo Robert Lambeth, pr. Ednaldo e família que vieram da IAB Campinas SP / Hortolândia SP e nos abençoaram com palavras edificadoras, pastores e irmãos de Curitiba, São Paulo, Goiás e demais regiões que se juntaram a nós para tornar esta festa muito especial!
A igreja que está em Uberlândia certamente foi impactada por todas as mensagens pregadas e registraram este evento como um marco de vitória. Deus abençoe ricamente os pastores dessa geração que não se calam diante dos desafios.
Não posso deixar de mencionar como foi importante as ministrações do Pr. Gerson no domingo. Deus tratou com a igreja local de uma forma especial. Obrigada cunhado por sua disposição em obedecer a Deus.
Que haja homens e mulheres que se ponham diante de pé para levantar as mãos de homens e mulheres de Deus como fizeram Arão e Hur a Moisés. (Êxodo 17)
Deus abençoe Pr. Baltazar, Pr. Jefferson e suas famílias. Deus abençoe todos os irmãos que trabalharam direta e indiretamente para que tudo desse certo!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Inovação e progresso

"Inovação e progresso são alcançados apenas por aqueles que se aventuram além do procedimento operacional padrão." D. Michael Abrashoff

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Chuchu com camarão

Num destes fim de semana estive com alguns de minha família em Morretes, PR.
Fomos almoçar num restaurante típico. O clima do litoral, um mormaço de “rachar mamonas”, lugar agradável, uma vista legal, a galerinha ali; tudo estava muito bom até que...
Com um sorriso cordial a garçonete nos oferece: Chuchu com camarão. Isso mesmo.
Bom, tenho que parar aqui para dizer como gosto de camarão e não é sempre que tenho a oportunidade de saborear este fruto do mar tão fresquinho. Por outro lado, não gosto de jeito nenhum do tal do chuchu.
Quando criança minha mãe tinha o poder de me fazer comer esse vegetal sem graça.
O negócio não tem gosto, não tem cheiro e a textura é desagradável (ao meu paladar). Não dá, é ruim mesmo com o melhor tempero do mundo!
Voltando ao prato oferecido a nós, me deu verdadeira repulsa. Como ousam misturar camarão com chuchu? Que desperdício!
Como era de se esperar o ocorrido ficou latejando na minha cabeça.
Chuchu com camarão. Vê se pode?!
Dizem que o chuchu por ser um vegetal neutro absorve bem o sabor de qualquer outra coisa, no caso o camarão. Porém a minha versão é que a neutralidade do chuchu põe o camarão a perder.
Entrei na internet e achei dezenas de receita do prato. Tem muita gente “acrescentando chuchu ao camarão”.
A neutralidade acrescentada a uma causa não agrega valor algum e, aliás, pode por a causa a perder.
Por favor, né?! Se for para acrescentar algo, acrescente o que pode valorizar a receita!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ele um contador de histórias?

"Dizem que conto histórias demais; acho que é verdade, mas descobri, ao longo de minha vida, que as pessoas comuns são mais facilmente informadas por intermédio de uma ilustração que de qualquer outra forma, e quanto ao que os poucos hipercríticos podem pensar, não dou a mínima." Abraham Lincoln

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Reflexões e suas implicações

Semana passada eu provoquei reações diversas com minha postagem sobre saudade. Não posso afirmar que foi a postagem mais reflexiva desse blog, porém acredito que deixou muitas pessoas a pensar.
Diante dessas reações inesperadas me lembrei da abordagem filosófica de Platão sobre o mundo das idéias.  Nele, segundo o filósofo, as idéias são realidades objetivas  que quando transcritas para o mundo visível se tornam cópias imperfeitas e fugazes.
O interessante disso são as interpretações que cada pessoa dá através de suas percepções e modelo mental (genética educação e experiências).
Acredito que seja impossível conceber uma reflexão que propicie uma interpretação coletiva em razão do individualismo e isso na minha visão é que torna este blog diferente de outros.
A reflexão exerce um importante papel no autoconhecimento e na medida em que o individuo adquire o autoconhecimento ele pode utilizar de sua capacidade de interferir no mundo social e provocar mudanças positivas no contexto em que está inserido seja ele familiar, profissional, acadêmico ou espiritual.
O blog daphnnereflexiva tem como objetivo propor reflexões que auxilie cada leitor a adquirir esse conhecimento de si mesmo, da fé, da capacidade, da habilidade e competências que tem. Utilizando postagens que abordam diversos temas e explorando experiências individuais replicáveis que dá ao leitor a possibilidade de se identificar facilmente com a reflexão proposta.
Em razão disto e no decorrer destes cinco anos de blog tenho recebido inúmeros feedbacks de pessoas que receberam injeções de ânimo através das postagens encontradas aqui.
De maneira que me sinto encorajada a abrir a porta dos meus pensamentos e emoções e deixar fluir para o mundo “visível” as minhas idéias correndo o risco de provocar multiformes interpretações.   

sábado, 20 de outubro de 2012

Oh yes, yes, yes!


One Night With The King (Juanita Bynum)

One night with the king,
Changes everything.
One day in his courts,
Did forever, change my course.
One moment, in his presence,
And I've never been the same.
One night with the king changes everything.

One night with the king,
Changes everything.
One day in his courts,
Could forever, change your course.
One moment, in his presence,
And you'd never been the same.
One night with the king changes everything.

This is my testimony.
From the desert, to the king;
It had been my destiny,
To be chosen, for such a time as this.
I didn't know that all my dreams,
Could become realities,
Then I saw his face
And his love captured me, yeah.

One night with the king,
It changes everything.
One day in his courts,
It will forever change your course.
(O yeah maybe some night it's)
Just one moment, in his presence;
Just one moment, in his presence;
Hooo one moment, in his presence;
And you'll never been the same.
One night with the king it changes;
One day in his his courts it changes;
One night with the king it changes,
O yes it does, everything.
Ohhhh
I know that it;
I know that, it changes;
It changes everything Yeah yes it does

Uma frase

"Todos os resultados são externos. No interior, só custo e esforço." Peter Drucker

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ai a saudade!

Se me visse agora, me perguntaria o que esse olhar está querendo dizer...
Simples.
Quer dizer, aliás, gritar: Saudade!
Esse sentimento que me faz desejar estar onde não estou.
Que me faz querer estar com quem não estou.
Que me faz querer fazer coisas que não posso fazer aqui.
Que me faz querer ir onde não posso ir aqui.
Saudade é isso? Acho que é muito mais. Não dá para explicar em poucas palavras e nem mesmo com a razão. Mas é isso...
Oito meses é muito tempo para se estar longe de onde seu coração está.
Vai valer a pena. A razão diz.
Vai valer a pena? A emoção pergunta.
Planos, propósitos, sonhos e essas coisas estão muito além do presente e talvez essa seja a dificuldade para entender. Porque é isso que humanos querem: entender.
Só me resta fazer uma coisa. Esperar.
Lembra dessa palavra? Se fizer uma busca nesse blog encontrará vários textos com este tema. Vários mesmo, vale ressaltar. É isso que estou fazendo. Esperando em Deus e nas suas promessas.
Afinal “Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor”. Provérbios 19:21
Família, amo muito vocês e estou com muita saudade!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Vale mais?

Este é um bom cenário para reflexão, não é mesmo?
Dizem que uma imagem vale mais que 1000 palavras... 

domingo, 14 de outubro de 2012

Os mercadores de Jerusalém

Tive a oportunidade de ler um livro há muito tempo que me inspirou de maneira muito significativa. Trata-se de um comentário minucioso do livro bíblico Neemias. Apaixonei-me por esse personagem e por sua ousadia, liderança eficaz e eficiência. Não sei dizer quantas vezes já mencionei as palavras contidas naquele livro, mas posso assegurar-te que ele mudou minha percepção de liderança e continua a me inspirar.
Ele faz uma observação interessante (dentre tantas) e nos chama a atenção para um grupo de judeus no cap. 4 que não estavam envolvidos na construção dos muros. Eram mercadores que saiam da cidade para compra de produtos longe dos portões e voltavam para a cidade depois de comprar e negociar com outros “povos”.
Estes outros judeus por conta do trânsito que faziam levavam para dentro dos portões notícias dos inimigos. Eles foram responsáveis em dado momento por espalhar a descrença entre aqueles que já estavam cansados fisicamente de trabalhar na construção dos muros. Aqueles que dedicavam suas forças e sentimentos no trabalho de edificação foram atacados na emoção por aquelas noticias que os outros traziam.
Essa observação é tão importante porque mostra outro lado de um trabalho. Existe um grupo que se dedica, se esforça sua, chora... Sente o ardor da labuta. Está atento para os sons, alerta com os movimentos. Vê os muros subirem tijolo por tijolo. Empunha as ferramentas de construção e se necessário armas para a peleja. É o grupo ativo. E de outro lado existe outro grupo que está preocupado com outras questões. Transita entre a cidade, sai pelas portas e anda entre o inimigo. Sabe do movimento que está dentro da cidade e sabe do movimento fora dos portões. Tem amizade cá e negócios lá. Relações aqui e ali. Não tem posicionamento. Não é a favor nem contra. Não é posição nem oposição. Estes não têm parte na obra. São ou estão inativos.
Suas palavras podem servir como alerta, porém ao mesmo tempo podem disseminar a dissolução entre os trabalhadores. Estes dois grupos de pessoas existem em qualquer contexto. É atual.
Neemias edificou os muros em 52 dias e os que estavam com ele tiveram motivos para comemorar. Suas famílias estavam seguras. Homens mulheres e crianças puderam se alegrar com a vitória conquistada com muito esforço, suor e trabalho.
Os outros... Não são mencionados. Por quê? Não tinham parte no resultado conquistado.
Precisamos abrir os olhos para enxergar a realidade e nos posicionar em algum grupo. Ou seremos ativos e teremos parte na obra ou nossa inatividade causará dano à obra. Transitar entre um e outro grupo não traz nenhum beneficio individual, familiar ou social.    

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Talento e coragem

"Muito talento de nada adianta para o mundo na falta de um pouco de coragem." Sydney Smith (escritor e clérigo inglês)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Barbeiragem

Esta semana me lembrei de um episódio um tanto quanto constrangedor que vivi... Meu pai havia retirado da concessionária o Voyage que ganhou fazia apenas quatro dias. Após o culto na igreja fui para casa sozinha dirigindo aquele carro pela primeira vez. Nosso portão automático estava com o “time” desregulado. Antes de entrar completamente com o carro o portão se fechou arranhando a lataria. Terminei de entrar em casa, desliguei o veículo e tremendo fui ver o estrago que havia feito. (Desde aquele dia decidi que quando tiver meu próprio carro ele será prata!). Apesar dos arranhões não foi nada muito grave.
Assim que meu pai chegou fui logo mostrando o que tinha feito na intenção de agilizar o constrangimento e “rala”. Para minha surpresa não houve sermão. Meu pai teve misericórdia e tudo ficou bem apesar de que a marca permaneceu no Voyage.
Lembrar desse episódio me fez pensar em como a personalidade do meu pai se manteve estável mesmo naquele momento em que ele poderia ter ficado transtornado.
Eu soube que tinha cometido um erro e estrago e ele compreendeu que eu fui sincera e não tentei enganá-lo.
Muitas vezes queremos negar nossos próprios erros na intenção de retardar a repreensão, mas infelizmente essa atitude não os pode anular.
Todos nós cometemos erros. Todos falham. Somos humanos e errar de fato faz parte dessa natureza. Porém, reconhecer os erros é atitude nobre. Perdoar também.
Fácil não é, mas impossível também não.
Perdão...
Você pode rir da minha “barbeiragem” ou se deter um pouco no seu tempo para pensar sobre o assunto. Espero que faça os dois e seja feliz!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Faz sentido

"O homem criativo não é um homem comum ao qual se acrescentou algo. Criativo é o homem do qual nada se tirou." A. Maslow

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Apenas decisão!

Sábado passado tive a grata oportunidade de pregar no culto dirigido pelas irmãs na AIDB – Curitiba. Fiquei surpresa com o convite uma vez que no culto anterior (25/08) fui eu quem pregou também. Agradeço a Miriam (minha irmã 2X) pelo convite e ao pr. Gerson pela confiança. Sei que sou apenas um instrumento e quero sempre estar pronta para Deus.
A mensagem que senti no coração e me prontifiquei a pregar foi a respeito da decisão de louvar a Deus, decisão de orar, decisão de buscar a sua vontade... Para fundamentar a pregação escolhi o texto de Gênesis Cap. 29 que descreve o nascimento das tribos de Israel.
Apaixonei-me por esse texto há muito tempo quando percebi um tesouro escondido nas entrelinhas.
Lia não era uma mulher feliz. Era feia (é o que dá a entender pela sua descrição) e foi dada como esposa a um homem que não a amava. Serviu a Jacó como esposa por sete anos enquanto ele trabalhava por Raquel e após sete anos teve que dividir o matrimônio com sua irmã mais jovem, mais bonita e amada...
Não quero entrar no mérito da questão. O matrimônio naquele tempo era diferente de tudo que se vive hoje e principalmente longe de qualquer semelhança com Brasil.
Voltando à Lia... Deus a abençoou dando-lhe filho. É essa a descrição:
“E concebeu Lia, e deu à luz um filho, e chamou-o Rúben; pois disse: Porque o SENHOR atendeu à minha aflição, por isso agora me amará o meu marido.
E concebeu outra vez, e deu à luz um filho, dizendo: Porquanto o SENHOR ouviu que eu era desprezada, e deu-me também este. E chamou-o Simeão.
E concebeu outra vez, e deu à luz um filho, dizendo: Agora esta vez se unirá meu marido a mim, porque três filhos lhe tenho dado. Por isso chamou-o Levi”. Gênesis 29:32-34
Imagine. Primeiro filho. A honra de se tornar mãe. A felicidade de ter nos braços um herdeiro e a oportunidade de nomeá-lo. Algumas mulheres acham pouco o tempo de 9 meses para a escolha de um nome, pois é algo muito significativo.
Lia dá ao seu primogênito o nome que sugere a aflição da sua vida! Ao segundo ela menciona o desprezo que sofria e ao terceiro expõe sua intenção de “subornar” seu marido com filhos para ter o seu amor.
Difícil né? Apesar de suas três tentativas, Lia não conseguiu mudar sua história.
Porém, no próximo verso noto uma mudança muito significativa na atitude dessa mulher. Veja o que diz: “E concebeu outra vez e deu à luz um filho, dizendo: Esta vez louvarei ao SENHOR. Por isso chamou-o Judá; e cessou de dar à luz”. Gênesis 29:35
Ela tomou uma decisão de louvar ao Senhor! Judá, portanto foi o filho dessa decisão. A história dessa tribo é muito interessante. Jacó dá a sua bênção aos filhos em Gênesis cap. 49 e Judá é mencionado como um leão. Cantamos até hoje sobre o leão da tribo de Judá. Dessa tribo nasceu reis poderosos como o rei Davi. Jesus também nasceu dessa tribo. Não acho que seja mera coincidência. Acredito que a decisão de Lia refletiu em todas essas bênçãos.
Olhando para Atos dos Apóstolos cap. 16 vemos um relato interessante sobre decisão.
Paulo e Silas foram lançados em prisão depois de serem açoitados. Eles estavam fazendo a vontade de Deus. Acho importante frisar isso. Estavam pregando a palavra de salvação, fazendo sinais em nome de Jesus, andando na fé e foram parar naquela situação. A coisa estava feia. Porém está escrito que eles decidiram orar e cantar hinos a Deus. Isso é decisão! Apenas decisão. Podiam estar fazendo qualquer coisa e principalmente reclamando de todo o sofrimento e dor. A decisão deles tocou o coração de Deus. Acredito nisso. Aconteceu um terremoto e eles foram libertos. Pregaram a palavra e deram testemunho de Jesus o Cristo. Houve conversões naquele contexto. Almas foram salvas. Por quê? Em meio a toda tormenta dois homens decidiram louvar a Deus.
Não significa que seja fácil. A bíblia não traz referencia nenhuma quanto a isso. No entanto, a bíblia nos garante (e eu creio) que Deus nos ajuda. Ele nos esforça. Ele nos dá bom ânimo. Ele luta por nós e nunca nos deixa só. (Josué 1:5 / Isaías 41:10,13 / Mateus 28:20)
Cabe a nós tomarmos a decisão como fizeram esses personagens, louvar a Deus acima de qualquer circunstância e deixar que ele cuide do resto.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

As legítimas

Não importa se o nível é bacharel ou especialização sempre voltamos aos cases de sucesso em salas de aula.
É impressionante como alguns nomes de empresas são sempre citados.
Dificilmente nomes como Apple, Coca Cola, Facebook , Google, GM, Toyota são esquecidos.
O sucesso dessas empresas seja por inovação de processo, produtos, serviços ou estratégias é material de estudo para qualquer pessoa que também deseja alcançar o sucesso profissional e realização pessoal.
Bem, estive pensando um pouquinho sobre a história das Havaianas. Uma marca brasileira que conquistou mercado internacional e legitimou um produto tão popular.
Inspirados nos chinelos japoneses a Havaianas chegou ao mercado para atender a população trabalhadora do Brasil oferecendo sandálias de borracha com preço acessível.
O sucesso foi tão grande que várias empresas começaram a produzir imitações da sandália.  
Primeiramente popularizada na classe baixa conquistou novos mercados a partir da revitalização da marca e propaganda.
Com campanhas de marketing protagonizadas por artistas renomados conseguiu atribuir à sandália o lema: “as legítimas”. A partir dali nenhum produto similar conseguiu bater as Havaianas.
Hoje o produto não é aceito apenas nas classes mais baixas, mas está inserido em todos os níveis sociais. As exportações iniciadas em 1994 ganharam impulso com a Copa do Mundo de 1998 e em 2001 alavancaram as vendas e o que veio depois disso está aí para todo bom brasileiro ver e contar vantagem com a marca nacional.
O que mais me impressiona é que o nome Havaianas nem precisa ser mencionado se o lema vir antes. Está intrínseco nas palavras: as legítimas.
A associação da marca é tão grande que não é necessário ter nascido na década de 60, 70 ou 80 para conhecer as legítimas Havaianas. Não há imitação que se compare.
E não quer dizer que as demais marcas não sejam de boa qualidade, design e propaganda. Porém, não há como negar que em se tratando de sandálias de borracha a marca mais lembrada é a Havaianas.
Interessante que em qualquer contexto sempre haverá o legitimo e a imitação. E pode ser que a imitação consiga tamanha qualidade que se firme no “mercado”. Mas, uma vez imitação, sempre imitação e como diz o ditado: o original não se desoriginalizará!