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Mostrando postagens de Janeiro 7, 2018

Ponderações necessárias

Um dos primeiros textos ‘reflexivos’ que escrevi, espontaneamente, teve como título “Castelos
de areia”. Lembro-me de ter sentado na calçada da minha casa com um caderno na mão e
muito pensamento fluindo pela minha mente.
Eu havia passado por uma grande desilusão. Lembrei-me de quando brincava em montes de
areia e das minhas primeiras vezes visitando o mar. Estava emocionalmente abalada, porém,
minhas ideias estavam amadurecendo. Comparei minha situação a um castelo de areia. (Por
algum tempo, meus pais trabalharam com material de construção e mantiveram um deposito
de areia). Quando tinha a oportunidade de ir ao deposito eu não perdia a chance de brincar.
Passava horas acrescentando detalhes ao meu ‘castelo’ e por fim tudo o que eu havia
construído se desfazia. Da mesma forma acontecia quando brincava na areia da praia, com o
acréscimo das ondas do mar a derrubar minha construção.
Eu associei minha desilusão a esta imagem. Um castelo de areia se desfazendo. Havia sonhado
com uma situ…

Não tenho o sino como opção

Havia chegado novamente a ocasião de passar minhas roupas. Não gosto muito desta atividade e para amenizar o tédio sempre coloco mensagens ou músicas para ouvir. E naquele dia fiz o mesmo processo. Armei a banca de passar e programei uma pregação no computador. Escolhi ouvir o pregador Elias Limones. Ele é pastor de uma igreja na Califórnia nos EUA e ministra cultos em espanhol e inglês. Amo espanhol e a ‘predicacion’ escolhida tinha como tema: ‘Eliminando la opción de retroceder’. A ilustração usada para o desenvolvimento da mensagem foi a história contada no livro “O único sobrevivente” de Marcus Luttrell. Ele tem uma narrativa bastante intensa sobre os SEALs (são os soldados mais bem treinados dos EUA). Eu já tive a oportunidade de ler o livro e também já tinha escutado outra mensagem com base na sua narrativa.  Segui passando minhas roupas enquanto o pregador desenvolvia sua mensagem. Estava ficando interessante e eu sabia onde ia chegar. Não é preciso dizer que meu tédio passou ra…