quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ele um contador de histórias?

"Dizem que conto histórias demais; acho que é verdade, mas descobri, ao longo de minha vida, que as pessoas comuns são mais facilmente informadas por intermédio de uma ilustração que de qualquer outra forma, e quanto ao que os poucos hipercríticos podem pensar, não dou a mínima." Abraham Lincoln

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Reflexões e suas implicações

Semana passada eu provoquei reações diversas com minha postagem sobre saudade. Não posso afirmar que foi a postagem mais reflexiva desse blog, porém acredito que deixou muitas pessoas a pensar.
Diante dessas reações inesperadas me lembrei da abordagem filosófica de Platão sobre o mundo das idéias.  Nele, segundo o filósofo, as idéias são realidades objetivas  que quando transcritas para o mundo visível se tornam cópias imperfeitas e fugazes.
O interessante disso são as interpretações que cada pessoa dá através de suas percepções e modelo mental (genética educação e experiências).
Acredito que seja impossível conceber uma reflexão que propicie uma interpretação coletiva em razão do individualismo e isso na minha visão é que torna este blog diferente de outros.
A reflexão exerce um importante papel no autoconhecimento e na medida em que o individuo adquire o autoconhecimento ele pode utilizar de sua capacidade de interferir no mundo social e provocar mudanças positivas no contexto em que está inserido seja ele familiar, profissional, acadêmico ou espiritual.
O blog daphnnereflexiva tem como objetivo propor reflexões que auxilie cada leitor a adquirir esse conhecimento de si mesmo, da fé, da capacidade, da habilidade e competências que tem. Utilizando postagens que abordam diversos temas e explorando experiências individuais replicáveis que dá ao leitor a possibilidade de se identificar facilmente com a reflexão proposta.
Em razão disto e no decorrer destes cinco anos de blog tenho recebido inúmeros feedbacks de pessoas que receberam injeções de ânimo através das postagens encontradas aqui.
De maneira que me sinto encorajada a abrir a porta dos meus pensamentos e emoções e deixar fluir para o mundo “visível” as minhas idéias correndo o risco de provocar multiformes interpretações.