sexta-feira, 21 de maio de 2010

Mais Uma Vez na Sala de Espera

Este ambiente deveria ter qualquer outro nome, menos, sala de espera.

Meu Deus! Essas salas são propícias ao tique nervoso. Sudorese. Pés irrequietos.

Você chega e logo te dão uma instrução: Pode esperar!

Pode é? Ah, bobagem! Estou numa sala de espera!

20 minutos passados e chamam o meu nome. Legal, só 20 minutos. Nada mal.

Volto ao balcão da recepção, querem um documento de identificação para preenchimento do meu cadastro. (Isso poderia ter sido resolvido a 20 min. atrás – mas, estou numa sala de espera, né? ) Ok! Cadastro preenchido. Agora posso... Voltar para a sala de ESPERA!

Ah, querem testar minha paciência? Vamos lá. Junto me ao coro dos pés saltitantes.

Mais 20 minutos se passam. Percebo as revistas no revisteiro. São antigas e todas rasgadas assim como a maioria das revistas desse tipo de ambiente. (raras exceções). Alguns “pacientesesperam pela vez tentando manter a calma mirando o televisor fixado numa altura bem acima do campo visual correndo o risco de adquirirem torcicolo.

Pois é. Percebo também que não há relógio na parede. Nisso foram espertos. Melhor não indicar o tempo de espera para o individuo que está aguardando atendimento.

Agora já somam 40 minutos e escuto a enfermeira discutindo a respeito do meu nome com a recepcionista. Querem colocar um “f” ou pelo menos mais uma vogal para que fique correto e possibilite uma pronúncia sem dificuldade. Nesse momento já me levanto e vou seguindo a enfermeira. É hora de medir a pressão e os batimentos cardíacos. Que tal? Aquele negócio me faz ficar super tensa. Parece que vão apertar a cinta até ver o meu braço partir. Claro, o resultado quase nunca é normal. Depois de me fazer esperar mais de 40 minutos e apertarem o meu braço como pode a pressão estar normal? Estou parecendo uma panela de pressão.

Volto para a "bendita" sala de espera onde minha paciência será provada por mais longos minutos. Finalmente escuto o médico clinico chamando pelo meu nome. Faz-me algumas perguntas. Confere meus batimentos cardíacos. Por fim questiona se eu estou bem. Na minha cabeça passa uma retrospectiva desde que entrei na clínica. Meus longos minutos de espera numa sala nada confortável. E por fim respondo. Sim. Está tudo bem. Afinal, tirando minha irritação por falta de paciência graças a Deus está tudo bem.

Saio da sala uma hora depois com o abençoado papel que fui buscar. Encontro meu pai no estacionamento ME ESPERANDO. Ah se tivesse jeito de canonizá-lo! Só pode ser santo esse homem com tamanha paciência!

Volto pra casa e de repente começo a cantarolar uma música: A paciência é uma grande virtude... O tempo alimenta nossa fé...

Verdade. E que virtude! Agora, quanto ao tempo, prefiro dizer que ele prova nossa fé!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Chibolete ou Sibolete?

Gosto de histórias. Desde criança ouvi muitas narrações que tomavam vida nas palavras do meu pai. Eu e meus irmãos fomos profundamente tocados por essas experiências de ouvir histórias. Tiramos proveito deste tempo de criança e hoje temos a maturidade para compreender os fatos bíblicos que ouvíamos.

Dou graças a Deus porque meus pais tiveram a sabedoria de seguir os mandamentos do Senhor que diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”.

Por vezes me recordo de alguma expressão ou história e me vejo vasculhando a bíblia para encontrá-la. Foi assim que nesses dias passados procurei encontrar uma situação inusitada em que a vida de muitos esteve sob responsabilidade do seu sotaque.

Gosto de observar os detalhes das narrativas. Fico admirada das diversas maneiras que batalhas foram conquistadas. Umas por conta do barulho, outras por conta de sonhos, outras por conta de confusões nos arraiais, mas cada uma teve sua singularidade.

Encontramos no livro de Juízes uma dessas batalhas entre os homens de Gileade e os homens de Efraim. Diz a narrativa que os homens de Gileade tomaram os vaus do Jordão que conduziam a Efraim, e quando os fugitivos de Efraim diziam que queriam passar, os homens de Gileade faziam lhes uma pergunta: Você é de Efraim? Logicamente os fugitivos negavam sua origem respondendo negativamente a pergunta. Porém os homens de Gileade lhes colocavam a prova pedindo que pronunciassem uma palavra, Chibolete. Inusitado não? O que uma palavra poderia dizer sobre a origem de uma pessoa? Bem, os homens de Efraim respondiam Sibolete porque não podiam pronunciar bem e isso lhes custava a vida. Ali mesmo eram degolados. Nesta batalha quarenta e dois mil morreram.

Sabe, existem muitas maneiras de analisar a origem das pessoas. Assim como a sua origem cristã. Mencionei na postagem anterior sobre a conduta de alguns que se dizem filhos de Deus. Porém não é somente uma roupa que vai diferenciar um cristão. Palavras e ações também podem dizer muito sobre um encontro real com Deus. Isso me faz lembrar Pedro quando Jesus era açoitado. As pessoas olhavam para ele e reconheciam que ele estivera com o mestre. Por quê? Suas palavras denunciavam, suas vestes denunciavam e seu jeito de agir também.

Mesmo que as pressões do mundo nos coloquem contra a parede não podemos esconder nossa fé, nem mesmo a experiência que tivemos em Cristo. Nossas palavras, nossas ações, nossas vestes e até mesmo o nosso andado são diferentes. Eles confirmam nossa verdadeira identidade apostólica.

Responda-me umas perguntas: Você é apostólico? O que você aprendeu com Deuteronômio cap. 6 verso 4 diz respeito apenas a Israel? O que está escrito Mateus 28:19 contradiz o que está escrito em Atos 2:38?

Veja lá o que você vai responder... Isso pode definir seu futuro.

Tenham todos uma boa semana!

domingo, 16 de maio de 2010

Bom Domingo!

Caro leitor, desculpe-me a demora em postar novas reflexões. Amanhã postarei ok?
Enquanto isso confira algumas imagens que postei na lateral da página.
Tenham todos um Ótimo Domingo, nos encontramos amanhã se Deus quiser!!
Abraços...