sexta-feira, 2 de março de 2012

Como atrair sua atenção?

De que maneira você se comporta para receber atenção?
Sente a necessidade de gritar? Quem sabe se dançando? Você se sente atendido se todas as atenções estiverem voltadas para si? Aquele ditado popular lhe cai bem [se quiser aparecer coloque uma melancia na cabeça]? Xi! Isso foi longe demais...
Ok! Talvez você seja mais discreto.
Cada um tem a sua maneira de se comportar e isso é o que diferencia um indivíduo do outro. Até aqui nenhuma novidade, não é mesmo?
Se mudarmos o foco desse texto para a maneira como nos comportamos diante de Deus e de que modo fazemos nossas orações teremos um assunto mais relevante.
Cada um de nós que oramos a Deus temos um jeito de nos apresentarmos a Ele e podemos sentir quando atraímos sua atenção e somos atendidos.  
Meus pais ensinaram a mim e aos meus irmãos a importância da oração e como nós podíamos falar com Deus como a um amigo intimo. Nada melhor que ouvir a oração de crianças. A sinceridade e espontaneidade que saem delas conseguem tocar o coração de um adulto, quanto mais o coração de Deus!
Certo dia pela manhã, nosso pai, então proprietário de uma garagem, nos levava para a escola. Ele tinha adquirido um carro num negócio e já havia muito tempo que aquele carro estava no pátio e precisava ser vendido. Ele parou o veículo que conduzia naquela manhã, uniu nossas mãos e pediu para que fizéssemos uma oração a Deus e pedíssemos a Ele que o abençoasse conduzindo um cliente para comprar aquele carro da garagem. Nossa oração foi bem curta e sincera. Não fizemos nenhuma oração eloqüente e nenhum barulho que chamasse a atenção para dentro do veículo. Após a aula quando ele foi nos buscar, estava com um sorriso nos lábios e a boa notícia para nos contar. Deus havia nos atendido.
Muitas vezes queremos atrair a atenção de Deus com orações eloqüentes. Buscamos palavras que se encaixem perfeitamente num discurso para que possamos apresentar a Deus a nossa petição ou agradecimento, mas, o que chama a atenção de Deus é a sinceridade do nosso coração.
Seja num sussurro ou em alta voz chame a atenção de Deus com a sinceridade do seu coração. Como orar? Chame um amigo verdadeiro (Deus) e converse com ele. Conte tudo. Mas Ele não sabe de todas as coisas? Sabe! Porém ele quer ouvir a sua voz, o seu sussurro, o seu sorriso, seu choro e atende-lo.
Aprenda com uma criança a buscar a atenção de Deus... Seja espontâneo e sincero!


[Obrigada papai e mamãe por me ensinar a orar e obrigada porque sei que posso contar com a orações de vocês em meu favor. Papai, mamãe,  Jeffão, Lú, Muquinha, Luciano e Meire... Amo vocês! AIDB - Uberlândia... Saudade!...Abraços!!]

quinta-feira, 1 de março de 2012

Mais uma do John...

"Você não pode fazer nada que valha a pena sem coragem." John C. Maxwell

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A urgência de um clamor

Apresentamos a tendência de nos desesperarmos diante de dificuldades. Alguns se tornam tagarelas e iniciam uma corrida em círculos. Outros entram em seus casulos esperando que a tempestade passe e que tudo volte ao normal. Porém, diante de desafios precisamos tomar atitudes certeiras que nos conduzirão ao sucesso.
Houve uma mulher rica em Suném, cidade de Issacar, que demonstrou atitudes muito relevantes em tempo de crise. Ela viveu nos tempos bíblicos e ofereceu repouso em sua casa ao profeta Eliseu. Alcançou o favor de Deus e concebeu um filho sendo o seu marido homem idoso. 
Certo dia seu filho já crescido apresentou-se doente e dentro de um curto período faleceu. Ela o levou para o quarto e o deitou sobre a cama do profeta, fechou a porta e saiu. Encontrou-se com seu marido que havia estado com o menino no momento em que ele apresentou-se doente. Pediu para que ele chamasse um servo com uma jumenta para que pudesse ser conduzida ao profeta Eliseu. Interrogada sobre a razão de sua intenção, respondeu: Tudo vai bem. Ao seu servo deu a ordem para que andasse rápido sem se deter no caminho. Aproximando-se de monte Carmelo foi vista por Eliseu que deu ordem a Geazi, o seu moço, para que fosse ao encontro dela e perguntasse se ia tudo bem com ela, o marido e o filho ao que a sunamita respondeu: Vai bem. Chegando-se a Eleiseu, prostrou-se diante dele e apresentou seu clamor. O profeta mandou que Geazi fosse ao encontro do menino e intercedesse por ele ordenando que não se detivesse no caminho nem sequer para cumprimentar ou responder ao cumprimento de alguém. Porém, a sunamita não se contentou, resistiu ao profeta até que ele aceitou segui-la até sua casa ao encontro de seu filho, resultado de oração do profeta. 
Pela oração dele o menino tornou a viver e foi entregue a ela.
A primeira atitude que vejo de relevante nessa história é que a sanamita levou o menino para o quarto e fechou a porta. Deixou o problema do lado de dentro fechando a porta para especulações. Ninguém que chegasse à sua casa naquele momento teria acesso ao que estava acontecendo, pelo menos ninguém que não pudesse fazer o problema ser revertido. Precisamos aprender a ter essa atitude. Se uma pessoa não pode ajudar a resolver o problema é melhor não deixá-la ter acesso a ele.
Seguido disso, ela não se deteve em seu caminho. Agiu com urgência, sem perder tempo com conversa fiada. Quanto mais explicações ela desse mais tempo perderia até obter a ajuda certa. Com isso manteve o foco e agilizou a chegada da solução.
Por fim ela se mostrou perseverante. Não aceitou deixar o profeta para trás. Precisava garantir que sua busca teria mesmo o resultado desejado. Encontrá-lo já havia lhe custado uma jornada, deixá-lo acarretaria trabalho a mais. Eliseu havia orado a Deus para que ela tivesse um filho. O profeta teria que continuar o que havia começado e a sunamita queria ter certeza disso.
Diante da urgência do clamor, precisamos aprender agir eficientemente.
Deus te abençoe!