quinta-feira, 23 de abril de 2015

Suco de UVA

Amo suco de uva. É a minha bebida preferida. Um suco de uva integral seja ele tinto, branco ou rose nunca é rejeitado por mim, sério! Se acontecer de eu rejeitar um suco de uva, pode desconfiar... Tem alguma coisa errada.
Mas, hoje, eu não queria suco. Não do jeito que “tomei”.
Estava aguardando o meu pedido no balcão de uma lanchonete feliz da vida. Fim de expediente, uma voltinha no shopping, tudo tranquilo até que de repente... Uma jovem senhora pegou sua bandeja com um copo de 500 ml de suco (de uva) e o derrubou todo em mim. Sou uma pessoa meio estabanada, mas nunca fiz uma desta.
Quando fico muito irritada minha boca trava. Não consegui dizer absolutamente nada. Fiquei sem reação e com minha camisete saia e sapatilha encharcadas. Tive que andar pelo shopping pingando suco. Suco desse jeito eu não curti.
Equilibrar um copo cheio numa bandeja não é coisa fácil, ainda bem que temos duas mãos...

Se quiser me oferecer suco de uva, ficarei agradecida, mas, por favor, não deixe o suco cair!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Daniel - O decidido

Tenho me exercitado bastante na observação e confesso que dia após dia fico mais surpresa com o comportamento humano. Sei que não sou perfeita e estou longe de alcançar a perfeição. Quem dera estivesse mais à frente neste quesito! Fico admirada com a falta de decisão da sociedade atual, salvo as exceções. 
O que dá a entender é que as “decisões” que se tomam se sustentam numa pequena conjunção condicional: “se”. Eu faço assim, mas se não der certo, faço assado... Eu vou, mas se eu tiver um plano B... E por aí vai. Tudo depende tudo é relativo e o SIM e o NÃO são cada vez mais “flexíveis”. Exemplo disto se pode ver nos casamentos atuais. São compromissos assumidos diante da possibilidade de um divórcio “se” não der certo. Tem sempre um “jeitinho brasileiro” para driblar as decisões. 
Aprendi desde criança que nossa palavra deve ser sim ou não. Uma vez que se toma uma decisão, não se deve voltar atrás. Aprendi que toda decisão tem a sua consequência. 
Particularmente preciso de tempo para pensar para então tomar uma decisão. Esse negócio de “pense rápido” geralmente não funciona comigo. Opto muito pela cautela e responsabilidade e certamente farei o possível para cumprir minha palavra. Aprendi assim e acredito que é o certo. Não digo que é fácil, pois não é. Mas, impossível não é.
Vejo muitas pessoas fracas de caráter, muitas vezes dependentes de uma ajudinha para viver. Não se responsabilizam por suas decisões, aliás, precisam se apoiar na opinião de terceiros para dar uma palavra e que nem sempre se manterá firme. São rápidas nas “decisões” tão rápidas que voltam atrás constantemente. Suas decisões são como gangorras apoiadas no eixo da dúvida: “se”.
Eu oro a Deus que me ajude. Não quero ser como estes. Prefiro ser como Daniel, uma pessoa decidida! O livro de Daniel está cheio de lições sobre decisão; determinação; coragem. Tanto o personagem central como outros personagens como Hananias, Azarias e Misael. Homens que deram a sua palavra defenderam sua postura, assumiram os riscos, sofreram as consequências, mas não voltaram atrás nas suas decisões. Foram provados mais de uma vez e foram persistentes. Suas palavras tiveram peso.
O que precisamos neste tempo é de pessoas que assumam suas responsabilidades... Pessoas que têm a coragem para dizer um SIM ou um NÃO e assumir as consequências... Pessoas que se decidam de verdade, que deixem a gangorra da indecisão de lado e assumam uma postura diante dos fatos.
Decisão é algo sério!

terça-feira, 21 de abril de 2015