sábado, 6 de agosto de 2011

Vagas Esgotadas na Escola de Eliabe

Já ouviu falar dessa escola?
É muito famosa. Seus cursos são concorridos e faltam vagas. Existe uma longa fila de espera.
Estética, Educação física, Moda e Filosofia são alguns dos cursos mais procurados.
Sem contar os cursos de estratégias e marketing.
A cada ano a demanda aumenta e a formação de profissionais torna a escola uma das mais renomadas em todo canto do mundo.
A escola iniciou na casa de Jessé no tempo do profeta Samuel. Eliabe, seu fundador, conseguiu impressionar até mesmo homens de fé e intimidade com Deus como o profeta. Não por muito tempo, é verdade.
Entrando Samuel na casa de Jessé viu a Eliabe e de imediato considerou ser aquele o ungido por Deus para governar Israel.
Era de boa aparência, esguio, elegante e forte. O que mais era preciso para ser rei?
Aparência é uma boa “pedida” para o presente século. Ainda mais aliada à uma boa dose de marketing.
Porém, a escola de Eliabe é reprovada por um ótimo mestre. Ele conhece a intenção do coração e faz distinção de alma e espírito.
Falar desse assunto é melindroso demais para o momento, eu sei.
Mas se considerar o sentido desse texto concordará comigo. Não se trata de cursos acadêmicos oferecidos em faculdades, mas de vivência.
Parecer ser aquilo que não é tornou-se a grande sina da humanidade. Esconder as intenções do coração é a grande estratégia para se conseguir uma boa durabilidade nos relacionamentos.
Amigo, não é fácil viver de maneira sincera. Tanto quanto não era naquele tempo.
Davi, o ungido, não freqüentou a escola fundada pelo seu irmão. Seu perfil não era páreo para um candidato. Ele preferiu as ovelhas. Preferiu cuidar daquilo que realmente valia a pena. O negócio de seu pai.
Apesar disso, Deus, o mestre por excelência, olhou para o menino no campo e viu seu coração. Sua dedicação e disponibilidade para o serviço. Sua beleza podia não ser bem vinda na escola de Eliabe, mas até isso ganhou destaque no texto. Ele era ruivo, de belos olhos e de uma aparência.
A escola de Eliabe ainda não fechou as portas, ao contrário disso, continua expandindo suas unidades pelo mundo.
Mas em contra partida há uma escola bem fundamentada que continua suas atividades a passos vagarosos, porém, firmes e certos. A escola de Davi, o homem segundo o coração de Deus. Que é suficiente humilde para manter em sua grade curricular o aprendizado com erros; a unção precedente do status; a dança e adoração. Tem vagas sobrando. Você se interessa? 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ferro Forjado

Recordei-me da viagem que fiz ao Nordeste ano passado quando visitávamos a cidade Potengi.
Eu e minha irmã dormimos num quarto que fica de frente para a rua e como não podia ser diferente, o barulho é intenso.
A casa onde nos hospedamos ficava bem próxima a uma ferraria de maneira que podíamos ouvir muito bem o ferreiro trabalhando.
A lembrança desse acontecimento me fez pensar um pouco sobre o trabalho do ferreiro. Mais especificamente sobre o ferro trabalhado.
É preciso aquecê-lo até que ele se torne vermelho ou laranja, depois do calor o ferro enfrenta o martelo a bigorna e a fole para depois ser esfriado e retornar ao processo...
Calor, “pancada”, frio...
Só depois desse processo o ferro toma a forma de uma ferramenta útil.
Processo dolorido até chegar a função desejada pelo ferreiro, não?
O ferro mal trabalhado terá como resultado uma ferramenta jogada no lixo. Sem função.
Nesse caso, o processo é importante.
Se podemos nos comparar com o ferro moldado...
Precisamos entender o valor de ser provado no fogo... Na bigorna... No resfriamento.
Então, desse modo, prezado leitor, estejamos dispostos a aprender as lições que o ferreiro nos propõe.
Tenha uma boa semana.