sábado, 11 de outubro de 2014

O intento original

(*** Ganhe alguns minutos lendo esta postagem, certamente você será edificado com estas palavras!***)

"O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida".Jó 33:4

Apaixonei-me por design há um bom tempo! Esta área do conhecimento não se refere apenas a desenho. Vai muito além... Trata-se de idealização, criação, projeto, concepção, desenvolvimento, especificação, intento e muito mais.
As melhores propostas de design são aquelas onde se tem liberdade para criar, tempo para pensar e prototipar e nenhuma ou pouca limitação financeira para a execução. Não acontece a todo o momento, afinal somos cheios de limitações...
Todo projeto de design, seja ele de caráter gráfico, industrial, moda ou interiores começa por um problema, uma necessidade específica. 
Antes de qualquer criação, é necessário estudar os propósitos do projeto. 
Qual o problema existente que demanda uma ação criativa? Para que se destina?  Como se pretende utilizar o produto? Quais os componentes necessários? Quais as funções necessárias? 
São nas inúmeras perguntas que inicia o processo criativo e só então o designer parte para o segundo passo: a liberação de ideias. Neste momento os papeis são muito bem vindos. Existem várias técnicas para esta etapa. As ideias surgem muitas vezes sem uma forma definida. Porém, todas elas fazem parte do processo e não são ignoradas. Até as ideias mais absurdas são consideradas no procedimento.
Depois disto é necessário filtrar, encorpar e definir as ideias para que o produto possa ganhar forma. 
A parte mais tensa de qualquer projeto de design começa a aparecer a partir das definições. É necessário atentar para os riscos de produção, de execução e aceitação de mercado. Por esta razão existe a prototipação cujo objetivo é conhecer melhor o produto que se está propondo, testar a viabilização do projeto, perceber o funcionamento, conhecer e eliminar as possíveis falhas.
Finalmente depois de todas estas etapas é possível dar por concluído o processo de criação e liberar o projeto para a execução. 
Infelizmente alguns produtos depois de executados apresentam falhas, até mesmo aqueles que passam por mãos de designers experientes e reconhecidos. Quem nunca ouviu falar de recall? Acontece muito com carros. 
Sabe de uma coisa?
Eu e você somos “produtos” das mãos de um designer. Nosso criador teve uma intenção ao nos criar. Ele não precisou de um protótipo, não precisou fazer testes. Ele teve um propósito e nos criou! (Provérbios 19:21)
Não somos resultado de erro. Sabe como sei disto? Deus conhece nosso fim antes que houvesse começo. (Salmo 139:16) e então por conhecer o fim ele liberou o nosso começo (tive que repetir isto)!
Podemos não entender o nosso caminho e não conhecer o nosso futuro, mas de uma coisa tenho plena certeza, somos direcionados segundo o proposito ou intento original do nosso designer, nosso criador! (Romanos 8:28)
Ora, muitas vezes questionamos o proposito da nossa existência, estou correta? 
Deixe-me dizer uma coisa, por mais que o desconhecido nos atemorize, podemos descansar no nosso criador. Sabe por quê? Porque Ele conhece bem os planos que tem a nosso respeito e são planos bons! (Jeremias 29:11)
Obrigada meu Senhor e Criador por que nada pôde impedir o teu propósito a meu respeito e porque esta verdade permanece! (Jó 42:2)

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Que barulho é este?

Algum tempo atrás ouvi alguém opinar sobre o aplauso. Atentei para o que dizia e desde então tenho “estudado” o assunto.  Há muito que observar.
Aprendemos bater palmas desde muito cedo entre o sexto e oitavo mês de vida. (Minha sobrinha me deu a dica recentemente ao aprender bater palmas antes de completar sete meses). Quando isto acontece comemoramos com quê? Com palmas! É tão “fofo” e “meigo” ver um bebê fazendo isto.  
Usamos este ato em muitas situações para demonstrar apoio, admiração, aprovação. Podemos fazer isto num aniversário, num desfile, num estádio, numa cerimônia de casamento ou inauguração de um empreendimento. Aplaudimos um palestrante, um político, um religioso ou qualquer pessoa eloquente. Podemos aplaudir até mesmo num surto de puro cinismo. 
 Muitas vezes juntamos ao aplauso o grito, o assovio ou o agitar da cabeça. Temos a capacidade para fazer muito ruído. Não há dúvidas. 
Levando este assunto para dentro da igreja, aprendi que o povo apostólico é um povo barulhento. Desde criança eu ouço muito ruído “pentecostal” e de fato eu aprendi a gostar disto. Também faço parte deste povo barulhento. Eu grito, bato palmas, pulo e corro. Posso ser mais ativa em alguns momentos e em outro nem tanto, mas o fato é: eu faço barulho.
No entanto tenho observado que nós, os apostólicos ou pentecostais não somos os únicos. Como já disse, o ser humano é capaz de fazer muito ruído. 
Então, vem a grande pergunta: O que diferencia o barulho do povo apostólico de outros barulhos que ouvimos por aí?
No Salmo 126 o salmista fala sobre o barulho que o povo de Sião fez ao sair da Babilônia e retornar para sua terra. 
“Quando o Senhor trouxe do exílio os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. A nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de cânticos de alegria. [...]”. Tenho que parar aqui. Pois o próximo verso dá a dica para a resposta. Observe: “Então se dizia entre as nações: Grandes coisas fez o Senhor a estes”.
O barulho deste povo se fez conhecido entre as nações. Certamente houve grito, palmas, danças, assovios e muita música. Mas não foi um barulho qualquer, foi um barulho que fez conhecido os feitos do Senhor! As nações diziam: Grandes coisas fez o Senhor a estes.
Então, o que diferencia este barulho é o louvor que o acompanha. É o “glória a Deus”, “bendito seja o Senhor”, “o Senhor é bom”, "louvado seja o nome do Senhor”... É o elogio, a exaltação a glorificação. O homem pode receber o aplauso, mas só Deus pode receber o louvor. (Sl 115:1) Não avisaram isto para Herodes? (At 12:21-23) Ontem mesmo ouvi o pr. Gessé cantando uma belíssima canção que diz: a Deus seja a glória!
Eu ainda posso ouvir as palavras do missionário Juan B. Alvear, ele dizia sempre em seus sermões: “diga: Glória a Deus!”, “diga: Aleluia!”... Ele nos ensinou. E o que ele ensinou como líder apostólico ainda tem muito valor. 
Só o aplauso não faz sentido, só o assovio não faz sentido. Barulho por barulho não adianta, tem que vir acompanhado de louvor a Deus. Ele é digno de recebê-lo!

Visita

Estive neste fim de semana em Hortolândia SP visitando o Pr. Edinaldo, sua esposa irmã Ana e seu filho Evandro e a igreja IAB de Hortolandia. Acompanhei meu irmão, pr. Jefferson, que foi convidado a ministrar a palavra de Deus no culto de sábado à noite, minha cunhada Lu e sobrinho Samuca.
Foi um prazer estar com os irmãos. Obrigada pela recepção e carinho, vocês são muito queridos. Que Deus vos abençoe e recompense por tudo. 
A todos um grande abraço.


Estivemos em Campinas também e louvamos ao Senhor o nosso Deus juntamente com a IAB de Campinas, bispo Robert e família. O pr. Jefferson pregou no culto de domingo à noite. Foi bom estar com os irmãos. Grande abraço a todos.