terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Crianças!

Estou no fim das minhas férias acadêmicas. Tenho estado com crianças o tempo todo. Sou uma das únicas “meninas” da minha família materna que não é mãe. Meu olhar para a criançada é um tanto quanto diferente. Sou observadora. As vejo ativas, correndo, pulando, gritando, pedindo, chorando, agradecendo sorridentes e muito elétricas. Por conta destas observações tenho pensado nas palavras de Jesus quando disse: "Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas".
Uau! Semelhante a elas... É curioso! Um convite para observá-las...
O que vejo é que crianças quando querem algo, pedem e o fazem com insistência.
Crianças quando não gostam de algo, falam a verdade sem ocultar sua insatisfação.
Brigam uma com as outras e não demoram muito para fazerem as pazes.
Vislumbram o que está ao redor cheios de imaginação e muita criatividade.
Sonham sem limites e fazem a maior algazarra quando ganham um presente.
Elas não olham marcas, etiquetas e preço. Não conhecem o que é status.
Elas não se cansam de brincar.
Elas precisam sentir seguras e quando estão perto dos pais sentem-se autoconfiantes.
Se estão carentes, procuram colo.
Se precisam de ajuda, pedem.
Sabem que o choro limpa a alma.
Falam o que vem a mente. São humildes (de verdade)...
Jesus propôs uma observação oportuna.
Com o passar dos anos desejamos crescer. Na adolescência é uma tortura ser chamado de criança. Desejamos a maturidade. Olhamos para os adultos com curiosidade desejando ser como eles. Queremos que o outro reconheça que deixamos as coisas de crianças.
O fato é que precisamos nos atentar para o que Jesus disse. Existem características nas crianças que não podemos perder. Precisamos ser humildes (de verdade), saber pedir e agradecer, louvar a Deus de coração, sorrir e chorar, liberar perdão e amar. Confiar em Deus sem reservas. 
E... Não levar a vida a sério demais. Isso é um desafio para um adulto, mas a criança que existe dentro de nós tira isso de letra pode acreditar!

Um comentário:

Miriam disse...

Oi, quem diria? Pensei que dos dias cercada por sobrinhos só restaria traumas, rsrs. Mas valeu, obrigada por compartilhar mais uma boa palavra. Te amo, te esperamos com ansiedade.